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Quando a literatura deixa de caber na programação oficial
Não estive em Paraty na semana passada. Ainda assim, passei os últimos dias acompanhando a Flip como quem caminha pela cidade. Li a cobertura da imprensa, assisti aos vídeos publicados pelos canais oficiais, acompanhei entrevistas e, principalmente, procurei ouvir as conversas que aconteciam fora dos auditórios. Aquela troca de impressões que raramente aparece na programação, mas costuma revelar muito sobre um evento. Foi desse lugar que nasceu este texto. Um esforço para reu
Claudia Taulois
28 de jul.4 min de leitura
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