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O que permanece quando a última página termina?
Algumas experiências simplesmente não aceitam ser aceleradas. Nos últimos meses, uma tendência curiosa começou a chamar a atenção. Entre a Geração Z, os livros físicos voltaram a ganhar espaço. Os fones com fio, que pareciam destinados aos museus da tecnologia, também estão reaparecendo. Em um mundo cada vez mais digital, conectado e acelerado, cresce o interesse justamente por objetos que exigem menos tecnologia e mais presença. Há quem explique esse movimento pela nostalgia
Claudia Taulois
2 de jul.3 min de leitura


Os meios passam. As histórias permanecem
O telégrafo desapareceu. As locadoras desapareceram. Os livros continuaram. Em 1997, uma multa de US$ 40 por atraso na devolução de um filme ajudou a dar origem à Netflix. Anos depois, a empresa faria algo ainda mais surpreendente: abandonaria um modelo que era lucrativo para apostar em outro antes que alguém o fizesse por ela. A história é conhecida. Mas ela revela algo muito maior do que a transformação de uma empresa. Ela mostra um padrão que acompanha a humanidade há milh
Claudia Taulois
26 de jun.2 min de leitura
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