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A marca pagou para ser vista. E conseguiu ser odiada.
Como publicitária, com vasta experiência em comunicação, preciso falar sobre algo que me desagrada imensamente, tanto como profissional quanto como consumidora. E fico me perguntando: será que só eu estou enxergando isso? Estou falando das inserções comerciais durante as transmissões esportivas, especialmente quando a tela é dividida e a publicidade compromete a imagem e o som do jogo. Nós nos acostumamos com as interrupções comerciais. Gostemos ou não, aprendemos a conviver
Claudia Taulois
3 de set.3 min de leitura


O que um smartphone e um laboratório podem ensinar sobre comunicação?
Duas campanhas recentes chamaram minha atenção. A primeira veio da Apple. Como parte da plataforma Shot on iPhone, a empresa lançou, no México, a micro novela vertical Nido de Villanas, gravada inteiramente com o iPhone 17 Pro. Em vez de um comercial destacando câmera, zoom ou estabilização de imagem, a marca escolheu um formato que hoje faz parte da rotina de milhões de pessoas: episódios curtos, linguagem de entretenimento e uma narrativa inspirada nas tradicionais telenove
Claudia Taulois
12 de ago.3 min de leitura


Quando todo mundo quer uma comunidade, talvez o diferencial volte a ser uma boa história
"Jogo de produtinho disfarçado de comunidade tem um monte por aí. Agora, fazer direito ninguém quer, né?" Li essa frase recentemente, acompanhada de dezenas de relatos semelhantes. Creators convidados para "eventos exclusivos" que nunca resultam em parceria. Produtos enviados com briefing, roteiro, exigências de figurino, maquiagem, aprovação de conteúdo... mas nenhuma remuneração. Tudo em nome de uma suposta comunidade. A crítica me chamou menos atenção do que a palavra esco
Claudia Taulois
23 de jul.3 min de leitura
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