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A narrativa nunca pode estar acima dos fatos
Em comunicação, construir uma narrativa faz parte do trabalho. Uma boa história organiza acontecimentos, cria contexto, aproxima pessoas e ajuda a tornar compreensível aquilo que, isoladamente, poderia parecer apenas um conjunto de informações. O problema começa quando a narrativa deixa de organizar os fatos e passa a substituí-los. Em 2014, Lula contou uma história sobre o período em que fazia oposição e viajava pelo mundo falando sobre os problemas brasileiros. Segundo seu
Claudia Taulois
7 de out.3 min de leitura


O que é justiça para você?
Ser tratado da mesma maneira que os outros? Receber aquilo que você considera que merece? Ter as mesmas oportunidades? Saber que as mesmas regras valem para todos? A pergunta parece simples até chegar a uma situação em que o resultado não nos favorece. E é justamente aí que justiça se encontra com comportamento, comunicação e cultura. Porque a forma como entendemos justiça aparece nas relações que construímos, nas regras que criamos, nas decisões que tomamos e na maneira como
Claudia Taulois
2 de out.6 min de leitura


O público não é burro. E o subtexto também comunica.
Durante muito tempo, uma recomendação parecia quase uma regra de convivência: não discuta política, religião ou futebol. Não porque esses assuntos sejam necessariamente proibidos, mas porque eles mexem com algo que vai muito além de opinião. Mexem com identidade, pertencimento, valores, memória e, muitas vezes, com aquilo que as pessoas sentem que precisam defender. Na comunicação, isso ganha outra dimensão. Porque uma marca pode dizer uma coisa e o público entender outra. E
Claudia Taulois
1 de out.5 min de leitura


Você nega o óbvio?
Às vezes, o problema não é falta de informação. Os sinais estão ali. A mudança de comportamento. A queda nos resultados. O afastamento. As reclamações. O desgaste. A repetição dos mesmos conflitos. Nós percebemos. Só não gostamos da resposta que eles estão dando. E talvez essa seja uma das razões pelas quais insistimos tanto em determinadas situações. Porque reconhecer o que está acontecendo pode exigir algo que não queremos fazer: mudar de rota, admitir um erro, abrir mão de
Claudia Taulois
25 de set.4 min de leitura
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